O centro da cidade
Abstrai seu coração de concreto
Em seu círculo vicioso
De ângulos retos
Pessoas se perdem nas esquadrias
De suas vias
De nomes pomposos:
“Marechal Não Sei das Quantas”
“General Etecetera”
”Fulano de Tal”
“Beltrano”
Os revolucionários não dão nome
Às ruas
Pois passam por elas
Movidos por algo maior
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